Dia Internet Segura – 2018

Safer Internet Day é uma iniciativa anual com objetivo de envolver e UNIR os diferentes atores, públicos e privados, na promoção de atividades de conscientização em torno do uso seguro, ético e responsável das TICs, nas escolas, universidades, ONG’s e na própria rede. Com esta motivação, o Dia da Internet Segura, criado pela Rede Insafe na Europa, reúne atualmente mais de 100 países para mobilizar usuários e instituições em torno da data e estimular um uso livre e seguro. As ações podem acontecer entre Janeiro e Feveiro, on e off-line em diferentes contextos.

Veja a programação:

8:30 – 9:00 Recepção
9:00 – 9:20

Mesa de abertura: Boas Vindas

  • Maximiliano MartinhãoCoordenador do CGI.br
  • Thiago TavaresSaferNet Brasil
  • Mônica Guise RosinaFacebook
  • Helena MartinsGoogle Brasil
  • Fernanda DomingosMPF-SP
9:20 – 9:50

Palestra de abertura (Keynote): Liberdade de expressão em tempos de cólera: o papel das contra-narrativas ao discurso de ódio na Internet

  • Dr. Marlon WeichertPFDC / MPF
9:50 – 10:30

Engajando usuários na promoção de uma Internet com mais respeito e diversidade no Brasil

  • Juliana CunhaSaferNet / SaferLab
  • MuriloYoutuber – Canal Muro Pequeno (a confirmar)
  • Isabel ClavelinONU Mulheres
  • Moderação: Flavia LefèvreCGI.br
10:30 – 10:50 Intervalo (Café)
10:50 – 11:30

O papel do setor privado na promoção da diversidade online

  • Helena MartinsGoogle Brasil
  • Daniele Kleiner FontesFacebook
  • Joanes RibasTelefônica/Vivo
  • Moderação: Eduardo ParajoAbranet
11:30 – 12:30

Lançamento de novos recursos e dados

12:30 – 14:00 Intervalo
14:00 – 14:40

GOVERNOS E ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS: Políticas públicas para promoção da cultura de respeito na rede

  • Mário VolpiUNICEF
  • Fernanda TeixeiraMPF
  • Daniel XimenesSECADI-MEC
  • Moderação: Luiz Fernando Martins CastroCGI.br
Novos cenários de conexão, novos desafios na mediação e na proteção de crianças adolescentes
14:40 – 15:30

Internet dos Brinquedos

  • Pedro HartungAlana
  • SaferNet Brasil
  • CERT.br
  • Moderação: Marcelo PagotiCGI.br
15:30 – 16:10

Plataformas para crianças

  • Clarissa OrbergYoutube Kids
  • Evelyn EisensteinSociedade Brasileira de Pediatria
  • Danilo DonedaEspecialista em privacidade
  • XboxMicrosoft (a confirmar)
  • Moderação: Kelli AngeliniNIC.br
16h10 – 16h30

Palestra de Encerramento: Desafios atuais e futuros para a Internet no Brasil

  • Demi GetschkoNIC.br
16h30 – 16h35

Encerramento do evento HUB 10ª Edição Dia da Internet Segura no Brasil

16h35 – 17h30

Coquetel

Ficou interessado? Clique aqui e faça sua inscrição.

Fonte: Site do evento

Anúncios

Oito motivos, entre benefícios, vantagens e curiosidades sobre o uso da tecnologia na educação

A página @ticeducacional publicou oito motivos, entre benefícios, vantagens e curiosidades sobre o uso da tecnologia na educação. Eu acho bem interessante esse tipo de listas pois sempre nos faz refletir sobre o uso da TIC na educação e ter novas ideias. Confira a lista abaixo:

1. Aprimorar a qualidade da educação: proporcionando novos caminhos para o ensino e aprendizagem, além de novas metodologias, formando educadores e os ajudando a descobrir estratégias inovadoras para o aperfeiçoamento do processo educacional.
2. Ajudar a elevar os índices de desenvolvimento da educação básica: para que, em 2022, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), oferecida nas escolas públicas brasileiras, alcance a meta proposta pelo Ministério da Educação (MEC) de 6,0.
3. Tornar as aulas mais atraentes e inovadoras: ampliando possibilidades para alunos e para professores e transformando a aprendizagem, tornando-a mais motivadora e significativa.
4. Contribuir para a diminuição das reprovações e da evasão escolar: auxiliando os alunos com facilidades ou dificuldades de aprendizagem através da educação personalizada, e despertando o interesse deles para os estudos.
5. Aumentar a integração e o diálogo entre alunos e professores: incentivando a autoconfiança, afetividade, autonomia e socialização entre docentes e discentes.
6. Auxiliar na melhoria do desempenho dos alunos: ampliando a sala de aula para fora do horário e do ambiente escolar, e melhorando, inclusive, a produtividade na lição de casa.
7. Estimular alunos a aprenderem e a ensinarem: aumentando, também, o diálogo com a família, em casa, sobre os assuntos vistos em aula.
8. Despertar a curiosidade e as novas descobertas: estimulando novas experiências através da cultura digital, construindo novas competências e contribuindo para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Você gostaria de acrescentar algum item? Deixe nos comentários da postagem.

 

Pesquisa TIC Educação 2016

De acordo com os dados da sétima edição da pesquisa TIC Educação, divulgada nesta quinta-feira (3), pelo Cetic.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), o celular se tornou o equipamento mais utilizado pelos alunos para acessar a internet, mas apenas 31% deles trabalham com esse dispositivo conectado dentro da escola.

Realizada entre agosto e dezembro de 2016, a pesquisa traz dados sobre o uso e apropriação das tecnologias da informação e da comunicação em 1.106 escolas brasileiras de ensino fundamental e médio, localizadas em áreas urbanas. A partir da escuta de 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores e 11.069 alunos, a TIC Educação 2016 mostra que o uso dos dispositivos móveis está em ascensão. Entre os educadores usuários de internet, 49% declararam utilizar o celular em atividades com os alunos, representando um crescimento de dez pontos percentuais em relação ao ano anterior.

“O fenômeno do uso dos novos dispositivos móveis já está presente na nossa vida. Eu diria que, independente da classe social, os alunos já chegam na escola com esses dispositivos e uma certa cultura digital”, avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

No entanto, o uso do celular em sala de aula ainda esbarra na baixa conexão, considerando que 45% das escolas públicas ainda não ultrapassaram 4 Mega de velocidade.

“É um grande desafio liberar a rede Wi-Fi por uma questão de capacidade. Abrir uma banda de 2 Mega para 500 ou 600 alunos é impraticável, porque não há infraestrutura que dê vazão a toda essa demanda. Mas, por outro lado, ainda tem uma questão de cultura escolar”.

 

Mudança no uso dos laboratórios de informática

A tendência de começar a espalhar o acesso à internet por espaços diversificados, observada em principalmente nas escolas particulares, também reflete em uma mudança no uso dos laboratórios de informática. Apenas 47% das instituições privadas afirmaram possuir um laboratório e 46% delas disseram usar esse espaço. Nas públicas, esse número ainda contrasta com um descompasso entre a existência (81%) e o uso da sala de informática (59%).

“Embora os laboratórios de informática estejam muito presentes nas escolas públicas, mas com um baixo uso, nas escolas particulares esse local de uso vai sendo deslocado para ambientes ou locais de ensino aprendizagem mais apropriados ao dia a dia, como por exemplo na sala de aula, na biblioteca ou em outros espaços pedagógicos”, destaca gerente do Cetic.br.

Na avaliação da pesquisadora e especialista em novas tecnologias para a educação Leila Iannone, do Cetic.br, a mudança no uso dos laboratórios de informática pode traduzir um avanço nas questões curriculares.

“As práticas diversificadas, com uso de outros ambientes e dispositivos, estão impactando e influenciado uma nova visão de currículo. É uma nova forma de aprender e ensinar. Uma nova nova maneira de acessar, produzir e se apropriar do conhecimento, trazendo para o dia a dia uma coisa muito importante que o processo de autoria.”

 

Percepção dos professores

Além de investigar a apropriação e o uso das tecnologias nas escolas, a nova edição da TIC Educação também apresentou dados sobre a percepção dos professores. Entre os educadores ouvidos, 94% deles concordam com a afirmação de que com o uso de tecnologia passaram a ter acesso a materiais mais diversificados ou de melhor qualidade. Eles também concordam que passaram a adotar novos métodos de ensino (85%) e passaram a cumprir suas tarefas administrativas com maior facilidade (82%).

Quando o assunto é forma de aprendizado e atualização no uso do computador e da internet, a pesquisa também mostra que 91% dos educadores estão buscando capacitação sozinhos e 83% contam com a ajuda de outras pessoas.

“Os cursos formais acabam sendo muito técnicos. Quando você aprende com um olhar do colega ou do professor que trabalha nessa área, o contato com a tecnologia é diferenciado”, observa a professora Fernanda Tardin, Instituto de Educação Eber Teixeira de Figueiredo, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ).

Font: Porvir