Programa Conecta Biblioteca

Mais do que um local para empréstimo de livros, as bibliotecas podem ser verdadeiros espaços de inovação. Com essa proposta, a ONG Recode e a Caravan Studios querem usar a tecnologia para apoiar o desenvolvimento local e aumentar o número de visitantes em 92 bibliotecas públicas de todo o Brasil. Até o dia 20 de abril, estão abertas as inscrições para o programa Conecta Biblioteca, que pretende fomentar a inovação em espaços públicos de leitura. Com patrocínio da Fundação Bill & Melinda Gates, a iniciativa irá oferecer formações presenciais e à distância para equipes interessadas em transformar suas instituições, atrair o público jovem e ampliar a participação da comunidade por meio de recursos tecnológicos.

Durante dois anos, bibliotecários e profissionais selecionados pelo programa irão participar de capacitações que envolvem pesquisa na comunidade, gestão participativa, estratégias de comunicação e captação de recursos. A ideia é que as equipes possam mapear os interesses e as necessidades da comunidade para desenvolver suas atividades.

Inscrições
As instituições interessadas participar da nova edição do Conecta Biblioteca podem se candidatar pelo site. Para completar a inscrição, também será necessário enviar um termo de cooperação assinado pelo profissional da biblioteca e algum representante do setor público, além de um relatório de atividades do último semestre e fotos do espaço em funcionamento.

Podem concorrer ao edital instituições públicas, municipais e estaduais que estejam cadastradas no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e tenham, no mínimo, três computadores com internet banda larga. As bibliotecas públicas também devem estar localizadas em municípios com até 250 mil habitantes ou no Distrito Federal.

Mais informações em http://recode.org.br/conectabiblioteca/

Finte: Porvir

Como falar sobre internet segura na escola?

Sim, precisamos e muito educar nossos alunos como usar a internet de forma segura. Mas como trabalhar esse assunto? Para nos ajudar, o Porvir reuniu 7 dicas:

1- Uso responsável da internet em HQs 

Com linguagem simples e descontraída, os quadrinhos apresentam uma série de histórias com temas cotidianos do universo on-line, como bate-papo, jogos, superexposição nas redes, golpes na internet e o vazamento de informações. A cartilha também traz desenhos com os dez princípios da governança e o uso da internet no Brasil que podem ser trabalhados em sala de aula.

2- Animação sobre crimes na internet, canais de denúncias e conteúdos impróprios

Nem tudo é legal na internet. Ela pode ser útil para estudar, jogar e se informar, mas também pode ser usada para fins criminosos. Com o apoio de algumas animações, o professor pode discutir temas como os crimes de internet, informações falsas, privacidade e o risco de postar fotos íntimas.

3- Debate sobre o impacto da internet na sociedade

Como a internet está mudando a sociedade? Essa pode ser uma questão interessante para o professor debater com os alunos em sala de aula. Para auxiliar na discussão, a ficha ‘A Internet, eu e a sociedade: o que está mudando?’ reúne quatro reportagens sobre o avanço da internet em diferentes épocas, que variam de 1981 até 2009. A partir da leitura dos textos é possível organizar um debate sobre os benefícios e perigos da rede.

4- Quiz sobre uso excessivo da internet

Em um quiz animado, os alunos respondem perguntas sobre a frequência que navegam na internet. No final, eles recebem uma mensagem sobre como estão se comportando nas redes e se isso tem prejudicado a sua interação com as atividades offline. Esses resultados podem ser um gancho para o educador discutir o uso excessivo da internet com os estudantes.

5- Infográfico com o perfil do jovem conectado 

Quem é o jovem que está ligado na rede? O infográfico mostra dados estatísticos sobre o perfil dos jovens que estão conectados. Entre as informações coletadas, ele apresenta o número de horas que eles passam na internet, a faixa etária, local de onde acessam e outros dados.

6- Videoaulas sobre uso ético da internet

As videoaulas discutem o uso responsável da internet. Divididas em três módulos, elas abordam (1) as transformações tecnológicas e novas formas de se relacionar, (2) as oportunidades e perigos do ciberespaço e (3) as questões relacionadas à sexualidade, como exposição íntima e o aliciamento de crianças e adolescentes.

7- Cartilha sobre bullying na rede

No ambiente on-line, as chamadas brincadeiras de mau gosto podem ganhar espaço e se propagar com velocidade. Para trabalhar essa questão, a cartilha ‘Bullying não é brincadeira’ traz exemplos, dicas e formas de prevenir essas situações, ajudando estabelecer princípios de uma cultura de paz na internet.

I Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação

Quais são os desafios de educar com qualidade no século 21 e quais estratégias podem ajudar nessa missão? Para discutir o tema, profissionais da área educacional estarão presentes no 1º Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação, que acontece no dia 8 de abril de 2017, em Campinas. O assunto a ser discutido? Desafios de educar com qualidade no século 21 e quais estratégias podem ajudar nessa missão. Realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE), o Congresso conta com apoio do Porvir.

As 10 horas de programação serão divididas em palestras, debates, atividades e painéis. Um deles será comandado pelo Porvir, que irá apresentar os resultados da pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção, iniciativa que ouviu o que mais de 132 mil jovens acham e esperam da escola.

A primeira palestra do dia fica a cargo do especialista em futuro, tendências e inovação, Luis Rasquilha. Já o segundo horário terá como tema “Imigrantes digitais educando nativos digitais”, comandado pela mestre em educação, Carolina Defilippi.

O professor de neurociência aplicada à educação, Alexandre Rezende, comanda a terceira palestra. Em seguida, o autor do livro “Métodos de ensino para nativos digitais”, Marcelo Veras, fala sobre as competências do professor do futuro.

Além desses debates, os participantes poderão fazer atividades em dois espaços. No espaço 1, chamado “Corpo e Mente”, serão abordados temas como: neurociência, psicopedagogia, psicomotricidade, esporte e treinamento. As práticas irão trabalhar habilidades como autocontrole e memória de trabalho.

No espaço 2, de Gestão e Inovação, serão apresentados indicadores de impacto na gestão de escolas e algumas experiências e metodologias inovadoras de sala de aula. No terceiro e último espaço, com o tema “ensino de matemática, alfabetização, arte e educação e educação inclusiva”, serão apresentadas experiências sobre o ensino da matemática no contexto inclusivo e práticas de escrita e arte.

Estudantes de graduação e pós-graduação, educadores, gestores, e os demais interessados podem realizar a inscrição nesse link.

Porvir lança simulador para montar laboratório Maker

Na semana passada, você ouviu o podcast Como montar um laboratório maker na escola (se não ouviu, esta é mais uma oportunidade), onde a Heloísa Neves, fundadora da consultoria We Fab e professora do Insper, explica essa nova tendência e sua importância para uma forma de ensinar mais atual. Mas e aí, o que eu preciso para montar um laboratório maker na minha escola? Fique tranquilo pois o Porvir pensando em você criou um simulador, trazendo itens e valores previstos para atender uma turma de 30 alunos durante seis meses, tempo médio necessário para desenvolver um projeto e envolver diferentes professores.

Para elaboração desse material, o Porvir contou com a ajuda da Heloisa Neves e da Juliana Ragusa que colaborou com a questão pedagógica do projeto. Os exemplos de aula para cada nível de infraestrutura apresentado no simulador foram pensados segundo um único eixo, que conversa com as quatro áreas do conhecimento cobradas pelo Enem: linguagens, ciências humanas, matemática e ciências da natureza.

Conheça o simulador clicando aqui. Mãos na massa por uma educação melhor 🙂