Benefícios da programação computacional em práticas pedagógicas

A educação está cada vez mais empenhada em buscar novas formas de formas de ensinar que preparem nossos alunos de uma forma integral. Seymour Papert, pioneiro no uso do computador como ferramenta de aprendizagem, define a programação de computadores como a ação de comunicação entre usuário e máquina por meio de uma linguagem que ambos entendem.

Através do ensino da linguagem de programação em sala de aula, podemos desenvolver várias outras habilidades como a resolução de problemas, criação de soluções para questões reais, desenvolvimento do raciocínio lógico, entre outras.

Se você quer saber mais sobre o assunto, o Instituto Ayrton Senna disponibiliza um e-book sobre o assunto. No e-book você também encontra:

  • As competências socioemocionais desenvolvidas por meio do trabalho com a programação computacional;
  • Quais os resultados esperados dessa ação;
  • Como levar essa prática para a sala de aula.

Para baixar, clique aqui, preencha um rápido cadastro e tenha acesso ao material.

Criada linguagem de programação tátil para deficientes visuais

Tenho escutado muito a frase:

Quem não programar será programado!

Não gosto de ser radical a esse ponto. Há várias formas de sermos programados e estamos esquecendo delas…mas, não foi para isso que eu sentei para escrever essa postagem. Bom, se você gosta de programação e acha que é importante oportunizar esse aprendizado para seus alunos para que, no futuro, eles decidam se querem ser programadores ou não, continua a leitura.

Pensando em oportunizar o aprendizado de programação para crianças com deficiência visual, a Microsoft criou a iniciativa Project Torino para crianças de 7 a 11 anos de idade. São blocos de diferentes tamanhos, formatos e cores, cada um com seu comando e sua função distinta. Como em outras linguagens de programação, os alunos poderão criar músicas, poesias, entre outras coisas.

Um dos nossos principais objetivos de design foi a inclusão. Nós não queremos isolar essas crianças novamente. Disse Cecily Morrison, uma das pesquisadoras do projeto.

O projeto ainda não está finalizado, mas é claro que eu estou super ansiosa para vê-lo em prática.