Para refletir…

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Formspring como ferramenta educacional

Criado em 2009, o Formspring é uma rede social que permite que os usuários recebam perguntas de outros usuários ou de pessoas não cadastradas. As perguntas são enviadas para a caixa de entrada, de onde o usuário pode escolher entre respondê-las ou excluí-las. Todas as respostas são armazenadas no perfil do usuário, onde qualquer um pode vê-las. O Formspring também permite conexões com outras redes sociais como Twitter e Facebook.

E é claro que o Formspring também pode ser usado no meio educacional. O professor pode usá-lo para tirar dúvidas dos alunos antes das provas e também pedir como atividade de os alunos façam perguntas entre sim provocando uma melhor interatividade entre os mesmos. O interessante é que as perguntas também podem ser feitas de forma anônima, não deixando de lado aquele aluno mais tímido e que normalmente não interage na sala de aula.

Podcast: rompendo as paredes da sala de aula

Com a ajuda de nossa querida Wikipédia, “Podcast é o nome dado ao arquivo de áudio digital, frequentemente em formato MP3, publicado através de podcasting na internet e atualizado via RSS. Também pode se referir a série de episódios de algum programa quanto à forma em que este é distribuído. A palavra é uma junção de Pod-Personal On Demand (numa tradução literal, pessoal sob demanda) retirada de iPod e broadcast (transmissão de rádio ou televisão).”

O Podcast já vem sendo usado há algum tempo por muitos professores como ferramenta complementar as suas aulas. Você verá a seguir entrevista que foi feita com Gustavo Guanabara, criador do GuanaCast um dos mais conhecidos e bem humorados PodCasts de Tecnologia do Brasil. Além de contar o motivo em ter começado a trabalhar com Podcast, Gustavo também mostra seu amor em ser professor e como isso o ajudou a colecionar alunos por vários países.

MonQi: mais uma brilhante forma de compartilhar conhecimento

Seguindo a tendência de maior colaboração que  Web 2.0 nos vem proporcionando, apresentolhes MonQi. Desenvolvido para servir como plataforma para distribuição e produção de conhecimento para usuários finais, professores e até mesmo empresas. Nele  usuários podem assistir (em salas virtuais que comportam até 1000 alunos) ou ministrar aulas dentro das áreas que mais dominam. Os temas são livres e variados, indo de aulas de culinária, matemática ou física. Qualquer um pode gerar conteúdo e até mesmo ser remunerado por isso. A partir de uma moeda (chamada QI), é possível cobrar pelas aulas ou adquirir créditos para poder consumir outros conteúdos pagos ou comprar aplicativos para ser usados no site.

As sessões podem ser gravadas e armazenadas em um servidor próprio junto com outros conteúdos multimídia do usuário. Há também um mecanismo de busca do site, que possibilita procurar não só perfis como também palavras-chave dos materiais que foram postados. Isso permite a um pesquisador, por exemplo, comentar e anexar documentos que complementem ou sejam parecidos com apresentações, pesquisas, livros, vídeos ou postados por outro usuário. Esse pesquisador pode subir um livro e estipular um preço para ele, em QIs. No entanto, Cassini afirmou que a monetização não é o principal objetivo do projeto. “A intenção é fazer com que as pessoas não pensem só no dinheiro, é para compartilhar mesmo, criar conhecimento em um ambiente menos acadêmico, mais social” destacou.

Para conhecer melhor a plataforma clique aqui.