#EuSouAmazonia

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Filme Lion – Uma Jornada Para Casa

Essa semana eu finalmente assisti o filme Lion – Uma Jornada Para Casa. Eu tinha assistido o trailer desse filme no cinema e fiquei super interessada na história. Saroo é um menino indiano que, aos 5 anos de idade se perde da sua família e não consegue voltar para casa. Ele acaba sendo levado para um orfanato, onde um casal australiano o adota.

20 anos depois ele volta a se angustiar com a sua história por pensar que sua mãe e seu irmão mais velho estão esse tempo todo sem saber o que aconteceu com ele. Nesse momento o filme se passa no ano de 2008. Um colega de curso de Saroo lhe fala sobre uma nova ferramenta chamada Google Earth, onde ele pode visualizar vários lugares pelo mundo todo.

A partir daí, várias cenas do filme mostram Saroo utilizando o Google Earth para encontrar sua família. Nem preciso falar que adorei essa parte do filme. O filme é baseado em fatos reais e é ótimo mostrar como a tecnologia pode ajudar as pessoas. Sim, vou dar um spoiler: Saroo consegue encontrar sua família depois de tantos anos. Me arrepio só de pensar quantos Saroos estão por aí a procura de suas famílias, quantas mães estão procurando seus filhos e que, através de ferramentas como o Google Earth podem se encontrar.

Assista ao trailer para entender melhor a história e assista ao filme, ele está disponível na Netflix. Te garanto que você não vai se arrepender 🙂

Índio Educa

indioNo dia 19 de abril será comemorado o dia do Índio. Se você querido professor precisa de uma material diferente sobre esse tema, seus problemas acabaram! O site Índio Educa trás conteúdo sobre índios e o melhor, feito por índios.

No site Índio Educa, é possível encontrar artigos sobre diferentes etnias e tribos brasileiras, todos escritos por indígenas. São registros sobre aspectos e fatos históricos e cotidianos, que podem ser consultados livremente e permitem construir uma nova versão dos fatos que nos trouxeram até aqui.

De acordo com os criadores da iniciativa, o principal objetivo do projeto é empoderar o indígena para o diálogo e acabar gradualmente com o preconceito.

Pokemon Go: o que pode nos ensinar?

pokemon goNo último dia 03 de agosto foi lançado no Brasil o tão esperado Pokemon Go, jogo de realidade virtual desenvolvido para Smartphones, onde os jogadores andam para caçar Pokemons. Mesmo antes de chegar ao Brasil, já havia me deparado com notícias sobre as várias mortes causadas de forma indireta pelo jogo. Pessoas que, ao encontrar um Pokemon, esqueceram de prestar atenção ao atravessar a rua ou que não tinham asas para voar de um prédio. Na semana passada, após o lançamento no Brasil, só ouvia as pessoas criticando e lembrando sobre as várias mortes causadas pelo jogo, fora postagens no Facebook e WhatsApp sobre a origem duvidosa do jogo…

Fiquei então pensando, será que o jogo não nos oferece nada de bom? Poderia ser usado como ferramenta educacional? Foi aí que comecei a me deparar com um outro lado do jogo. Em Rio Preto – SP, uma professora já utilizou o jogo para ensinar geografia para seus alunos. Uma mãe comemorou na cidade de Bauru – SP que, após o lançamento do jogo, seu filho, que nunca gostou de praticar nenhum tipo de esporte, agora acorda bem cedo para caminhar em busca de novos Pokemons. Outra história, a que mais me chamou a atenção, foi a de Adam Barkworth, adolescente britânico de 17 anos. Adam tem autismo e não saia de casa pois o barulho lhe incomodava muito. Hoje, ele passa horas caminhado pela rua a procura de novos Pokemons e ainda interage com outras pessoas.

Acredito que inúmeros jogos não nos acrescentam em nada, mas não devemos generalizar. Esses três casos que cite nos mostram que nem tudo tem apenas seu lado negativo. Meu objetivo não é patrocinar o jogo, não estou ganhando nada com isso. Só acho que, principalmente nós educadores precisamos estar mais a par do que acontece no mundo de nossos alunos e lhes mostrar como as coisas podem ser aproveitadas para o bem.