Khan Academy Kids

O Khan Academy já é o queridinho de muitos professores. E para nossa alegria, a ferramenta é constantemente melhorada. A última novidade é o Khan Academy Kids, para crianças con idade de 2 a 5 anos. O foco são as áreas de matemática, ciências, leitura, estudos sociais, dentre outras. Há também atividades voltadas à criatividade, como desenho e contação de histórias.

“Como pai, eu já passei pela fase ‘Ok, eu quero que meu filho aprenda de tudo’”, disse Sal Khan, presidente da emp01resa e pai de três crianças. “O problema é que existem muitas opções para muitos temas”. O Khan Academy Kids disponibiliza tudo em um só espaço e é desenhado a se adaptar ao ritmo de aprendizado da criança.

Os conteúdos foram elaborados por educadores de acordo com o currículo nacional dos Estados Unidos e está todo em inglês. Mas fiquem tranquilos, tenho certeza de que logo logo a Fundação Lemann vai traduzir todo o conteúdo para o português.

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Aprenda.Online

Vocês acreditam que na semana passada eu ainda vi a frase: “Agora sim o ano começa de verdade”??? Bom, se pra você, mesmo após uma semana do término do Carnaval o ano ainda não começou, que tal um empurrãozinho? Recebi essa semana um e-mail da Fundação Lemann e corri pra ler qual era a novidade. Bem, trata-se do site Aprenda.Online, plataforma onde foram reunidos os melhores sites de aprendizado. Lá você encontra sites para aprender programação, Matemática, vídeos educativos, aplicativos, enfim, tudo para te ajudar a aprender algo novo.

Achei muito interessante a ideia de reunir todos esses sites em um único lugar. Tenho certeza que você ficará muito empolgado para aprender muitas coisas novas. Bons estudos.

Inclusão da programação nos currículos escolares avança no exterior

No exterior, ganha força a ideia de incluir a linguagem de programação como conteúdo obrigatório nos currículos. Os primeiros a adotarem a medida foram o Reino Unido e Austrália. Nos Estados Unidos e na Alemanha, algumas ações devem dar frutos nos próximos anos. Já no Brasil, os projetos envolvendo a programação ainda envolvem um número limitado de escolas e dependem da iniciativa de educadores.

O Reino Unido substituiu em 2013 o antigo currículo de Tecnologia, Informação e Comunicação (ICT, na sigla em inglês) pelo de “Computação”. O ensino de códigos está previsto para crianças a partir dos cinco anos. Publicada em 2013, a medida passou a valer em 2014.

Em setembro de 2015, o ministro da educação australiano anunciou um novo currículo de “tecnologias digitais”. Os princípios da programação devem ser ensinados para crianças a partir dos 10 anos; as linguagens, para os que têm mais de 12.

Nos Estados Unidos, o estado de Chicago criou um plano de cinco anos para implementar a linguagem de programação no currículo do ensino médio. A previsão é de que toda criança aprenda o conteúdo na escola até 2018. Ex-chefe de gabinete do presidente Barack Obama, o prefeito Rahm Emanuel luta para ampliar a medida para todo os EUA.

Na Alemanha, o Partido Social Democrata (SPD) passou a defender, no ano passado, que a linguagem de programação seja obrigatória nas escolas. Com cerca de 30% do parlamento, os sociais-democratas são uma das principais forças políticas do país. O documento defende ciências da computação para alunos de todas as idades, e o ensino da lógica dos algorítimos na escola.

No Brasil, o Ministério da Educação (MEC) informou que não há proposta de inclusão da programação como disciplina obrigatória na primeira versão da Base Nacional Comum, documento que está sendo revisado e deve constituir o novo currículo do ensino médio. Novas ideias devem ser discutidas em junho deste ano, explica o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Lucas Machado. A instituição mantêm parceria com 77 escolas do país com o Programaê, que ensina códigos a crianças. No Paraná são 39 parceiras, toda da rede pública municipal de Curitiba.

Fonte: Gazeta do Povo