Crianças, jovens e programação – Hipsters #65

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Hoje em dia se fala muito sobre ensinar programação para todos – inclusive para as crianças. Mas será que vale a pena? O ensino de programação deveria ser obrigatório nas escolas?

Participantes:

Links:

Produção e conteúdo:

  • Alura Cursos online de Tecnologia
  • Caelum Ensino e Inovação

Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e Multimídia

Fonte: Hipsters

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Pesquisa TIC Educação 2016

De acordo com os dados da sétima edição da pesquisa TIC Educação, divulgada nesta quinta-feira (3), pelo Cetic.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), o celular se tornou o equipamento mais utilizado pelos alunos para acessar a internet, mas apenas 31% deles trabalham com esse dispositivo conectado dentro da escola.

Realizada entre agosto e dezembro de 2016, a pesquisa traz dados sobre o uso e apropriação das tecnologias da informação e da comunicação em 1.106 escolas brasileiras de ensino fundamental e médio, localizadas em áreas urbanas. A partir da escuta de 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores e 11.069 alunos, a TIC Educação 2016 mostra que o uso dos dispositivos móveis está em ascensão. Entre os educadores usuários de internet, 49% declararam utilizar o celular em atividades com os alunos, representando um crescimento de dez pontos percentuais em relação ao ano anterior.

“O fenômeno do uso dos novos dispositivos móveis já está presente na nossa vida. Eu diria que, independente da classe social, os alunos já chegam na escola com esses dispositivos e uma certa cultura digital”, avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

No entanto, o uso do celular em sala de aula ainda esbarra na baixa conexão, considerando que 45% das escolas públicas ainda não ultrapassaram 4 Mega de velocidade.

“É um grande desafio liberar a rede Wi-Fi por uma questão de capacidade. Abrir uma banda de 2 Mega para 500 ou 600 alunos é impraticável, porque não há infraestrutura que dê vazão a toda essa demanda. Mas, por outro lado, ainda tem uma questão de cultura escolar”.

 

Mudança no uso dos laboratórios de informática

A tendência de começar a espalhar o acesso à internet por espaços diversificados, observada em principalmente nas escolas particulares, também reflete em uma mudança no uso dos laboratórios de informática. Apenas 47% das instituições privadas afirmaram possuir um laboratório e 46% delas disseram usar esse espaço. Nas públicas, esse número ainda contrasta com um descompasso entre a existência (81%) e o uso da sala de informática (59%).

“Embora os laboratórios de informática estejam muito presentes nas escolas públicas, mas com um baixo uso, nas escolas particulares esse local de uso vai sendo deslocado para ambientes ou locais de ensino aprendizagem mais apropriados ao dia a dia, como por exemplo na sala de aula, na biblioteca ou em outros espaços pedagógicos”, destaca gerente do Cetic.br.

Na avaliação da pesquisadora e especialista em novas tecnologias para a educação Leila Iannone, do Cetic.br, a mudança no uso dos laboratórios de informática pode traduzir um avanço nas questões curriculares.

“As práticas diversificadas, com uso de outros ambientes e dispositivos, estão impactando e influenciado uma nova visão de currículo. É uma nova forma de aprender e ensinar. Uma nova nova maneira de acessar, produzir e se apropriar do conhecimento, trazendo para o dia a dia uma coisa muito importante que o processo de autoria.”

 

Percepção dos professores

Além de investigar a apropriação e o uso das tecnologias nas escolas, a nova edição da TIC Educação também apresentou dados sobre a percepção dos professores. Entre os educadores ouvidos, 94% deles concordam com a afirmação de que com o uso de tecnologia passaram a ter acesso a materiais mais diversificados ou de melhor qualidade. Eles também concordam que passaram a adotar novos métodos de ensino (85%) e passaram a cumprir suas tarefas administrativas com maior facilidade (82%).

Quando o assunto é forma de aprendizado e atualização no uso do computador e da internet, a pesquisa também mostra que 91% dos educadores estão buscando capacitação sozinhos e 83% contam com a ajuda de outras pessoas.

“Os cursos formais acabam sendo muito técnicos. Quando você aprende com um olhar do colega ou do professor que trabalha nessa área, o contato com a tecnologia é diferenciado”, observa a professora Fernanda Tardin, Instituto de Educação Eber Teixeira de Figueiredo, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ).

Font: Porvir

Sesc SP oferece curso sobre Vygotsky e a liberdade na Pedagogia

O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP está promovendo um curso, para professores e público em geral com o tema Liberdade na Pedagogia Histórico-Crítica. A atividade, ministrada pelo professor da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Newton Duarte, procura discutir o papel da Educação na construção da liberdade dos indivíduos, segundo as perspectivas do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky e de outros autores, como Dermeval Saviani, Georg LukácsAntonio Gramsci.

Os encontros ocorrerão entre os dias 24 e 28 de julho, 14h às 18h, na sede do centro, na Rua Plínio Barreto, 285, Bela Vista, bairro da capital paulista. As inscrições podem ser feitas pela internet, no site do Sesc SP, até 23 de julho. As taxas de participação variam. Professores da rede pública, por exemplo, pagam só R$ 40,00, mediante apresentação de um comprovante. Para o público em geral, o investimento sai o dobro: R$ 80,00. Quem quiser obter mais informações, pode entrar em contato com o Sesc pelo e-mail centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br ou pelo telefone (11) 3254-5600.

Fonte: Nova Escola

Videocamp

Sim, mês de Julho é mês de férias!!!! Mas para um bom professor sempre é tempo de aprender algo e refletir sobre educação não é mesmo? A pouco tempo conheci o Videocamp “…uma plataforma com o objetivo de reunir filmes que provocam, emocionam e, acima de tudo, conectam e inspiram pessoas. Isso porque aqui é o ponto de encontro de pessoas engajadas e filmes interessantes. Juntos, e com a ajuda das nossas ferramentas, eles são capazes de movimentar a sociedade em prol de assuntos relevantes.” Minha primeira experiência na plataforma foi com o documentário Nunca me sonharam, que nos faz refletir sobre a situação do Ensino Médio no Brasil. Além disso, esse documentário me fez perceber como realmente o jovem é “considerado” atualmente e o que precisamos fazer para mudar essa realidade.

Outros títulos bem conhecidos e como você também pode encontrar na Videocamp são: O começo da vida, Tarja Branca, Quebrando Tabu e Território do Brincar. Aprenda, reflita, divirta-se e volte aqui para nos indicar novos documentários ou filmes. Boas férias 🙂