Bons motivos para não criar um Facebook para uma criança

Crianças nas redes sociais, um assunto sempre preocupante. Permitir? Impedir? Acompanhar? Será que assim como os adultos, as crianças já não estão criando dois perfis, um para os pais acompanharem e outro pra que eles possam utilizar como bem entenderem? Quando o Facebook foi criado, a idade mínima para criação de uma conta era de 18 anos. Para confirmar se a idade ainda era essa, acabo de entrar na Central de Ajuda do Facebook e para minha surpresa, agora a idade é de 13 anos. A meu ver, essa mudança não faz muita diferença já que as crianças mentiam sua data de nascimento desde a época do Orkut para que pudessem participar da rede social.

Alguns meses atrás, o site TechTudo fez uma lista de alguns motivos para que nós adultos não incentivemos a criação de contas em redes sociais como o Facebook:

1. O Facebook é proibido para menores de 13 anos

Apesar de não existir um consenso sobre a idade ideal, o objetivo é permitir apenas a entrada de pessoas que, mesmo ainda muito jovens, já sejam capazes de separar o certo do errado e fazer escolhas baseadas nos seus valores. De acordo com a coordenadora do Childhood Brasil, Erika Kobayashi, os responsáveis precisam ficar atentos. “É importante que os pais monitorem seus filhos, e que eles sigam as regras básicas estipuladas pelas redes. É muito importante ter a consciência de que as crianças interagem de muitas formas diferentes e que isso representa perigos”, afirma.

2. Privacidade de fotos e posts expostos

Mesmo que a nova geração já tenha nascido no mundo online, informações importantes como a configuração de privacidade, podem passar despercebidas se um adulto não ‘blindar’ o perfil do menor como privado. “Crianças sozinhas em fotos de perfil ou nos álbuns jamais, isso é uma regra básica. Também vale não disponibilizar publicamente as imagens delas em alta resolução. Cibercriminosos podem usar as fotos de boa qualidade para montagens, ou disponibilizá-las em sites de conteúdo abusivo e pornográfico”, disse Kobayashi. Além disso, manter públicas fotografias de crianças pode ajudar outras crianças que praticam bullying a usá-las de forma inadequada.

3. Rastreamento e localização fácil

As conversas em chats, em geral, oferecem a localização dos usuários na hora de enviar uma mensagem via dispositivos móveis (smartphones e tablets) e alguns computadores. Sem o bloqueio dessas funções, as crianças também podem se tornar alvo fácil de localização. Além disso, a publicação imediata de fotos – ou os marcadores de fotos – com locais indicados no Facebook, também contribui para localizar esses usuários facilmente.

4. Contato facilitado com estranhos

Uma das funções básicas do Facebook é aproximar pessoas conhecidas e permitir que o usuário conheça outras novas por meio da plataforma. Por isso, qualquer pessoa pode ter acesso ao perfil de uma criança, inclusive desconhecidos, se tiver conta na rede social. “Os pais precisam ficar atentos aos contatos na rede social. É necessário orientar a criança a não abrir a webcam para qualquer um, assim como não contar detalhes da vida pessoal. Mas o principal, é o que vale na rua também: não conversar com estranhos”, orienta Kobayashi.

5. Bullying, assédios e abusos

Nas redes sociais, atitudes como o bullying virtual, se tornaram muito mais corriqueiras, assim como assédios e abusos. Por isso, a orientação para ter cuidado com o que é publicado, curtido, compartilhado e comentado na rede social é extremamente válido. O Facebook mantém campanhas que orientam os usuários a não praticar bullying e avisar ao site sobre atitudes ofensivas. É possível denunciar posts, fotos, vídeos e perfils na rede social. Assim, as configurações de controle de fotos, a privacidade do perfil e a divulgação da localização da criança se tornam fatores cruciais para a preservação da mesma online.

6. Spam, pornografia, violência

O Facebook não possui ferramentas de controle dos pais na rede. Dessa forma, a criança fica “livre” para ter o acesso à quaisquer conteúdos abusivos disponíveis publicados por outros usuários. E, engana-se quem pensa que isso significa apenas pornografia. Fotos, textos, grupos de discussão e vídeos violentos também circulam pela rede social, e aos montes. Há também políticas internas para denunciar esse tipo de conteúdo inadequado na rede social. Porém, a ferramenta de alerta não garante que o site fique livre de imagens e textos abusivos que se reproduzem e se renovam todos os dias pelas mãos dos próprios usuários.

7. Links maliciosos, plugins e golpes

O número de golpes, links e plugins maliciosos no Facebook também é grande. Em geral, eles vêm acompanhados de imagens atrativas ou promoções que prometem viagens, smartphones e uma infinidade de outros prêmios. Tudo isso chama a atenção de usuários das mais variadas idades, incluindo crianças que buscam por jogos e outras brincadeiras. Ao acessarem tais links e serem vítimas de golpes, os pequenos podem acabar divulgando dados pessoais ou adquirindo algum vírus para o dispositivo que usam para acessar a web.

8. Conteúdo pago com dados do cartão dos pais

Os jogos são um dos maiores atrativos para crianças no Facebook. No entanto, alguns conteúdos deles podem ser pagos na rede social. Fazendo uso do cartão dos pais, mesmo quando autorizado, a criança pode disponibilizar dados indevidos, ser vítima de novos golpes bancários e vírus, ou mesmo fazer “compras” acima do limite dado pelo pai ou pela mãe.

É preciso estabelecer limites

Ainda de acordo com Erika Kobayashi, nem sempre as redes sociais são vilãs. Segundo a especialista, há muita coisa boa que a criança pode aprender usando a web e as redes sociais. Mas, para isso, é importante ter uma fiscalização dos pais, que precisam navegar junto com essas crianças e criar limites para o espaço que a Internet ocupa na vida delas. “É importante que os pais também definam um tempo de navegação. O uso excessivo da web, em geral, pode acarretar outros problemas, como distúrbios do sono, por exemplo”.

Espero que estas dicas sejam proveitosas para os pais. A final, temos que proteger nossos pequenos não é mesmo?

Páginas do Facebook voltadas para educação

Como você aproveita o Facebook? Jogos? Bate Papo? Descobrir as fofocas do momento? Fuçar a vida dos outros? Chega, que tal aproveitar o Facebook para aprender mais? Foram selecionadas as melhores páginas do Facebook com conteúdos de Matemática, Inglês, Português, Biologia, Química, História e muito mais. Confira:

História

História Digital

Imagens Históricas

Sampa Histórica

Quadrinhos de História

Ciências e Exatas

Ciência Hoje

Khan Academy

Física em Cena

Física Net

Matemática em Exercícios

Matemática Rio

Desafios – Problemas e Histórias de Matemática

Canal Fala Química

Português e Inglês

Inglês na Ponta da Língua

Dicas Diárias de Português

Geral

Manual do Mundo

Descomplica

Coursera

Universia Brasil

CMais Educação

EduK

Fundação Lemman

Central de Editais etc e tal

Atividades para Autistas

Me explica?

Aproveitem sem moderação 🙂

Crianças inventam idade para entrar no Facebook

No mês passado o jornal Folha de São Paulo (sim gente, estou atrasada mas estou tentando colocar o blog em dia) publicou uma matéria sobre como as crianças fazem para criar suas contas no Facebook. Para criar uma conta no Facebook é necessário que se tenha mais de 13 anos. Como é uma rede social muito chamativa, as crianças acabam mentindo a idade. Foi o caso de Gabriela Hallage, que ao ter sua conta criada pela prima no Facebook colocou que ela tinha 32.

Só nos Estados Unidos, são mais de cinco milhões, segundo a revista “Consumer Reports”, de tecnologia. Como essa é a idade mínima exigida pelo site para o cadastro, crianças inventam datas de nascimento que as deixem com 13 ou mais. O Facebook já estuda a criação de ferramentas que possam auxiliar os pais a controlar o que seus filhos fazem na rede social.

Não sou a favor de proibir e uso e sim de orientar a criança como usar qualquer rede social da menor maneira possível e sempre com o acompanhamento dos pais. Proibir só faz aumentar a curiosidade e os perigos também.

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Office 365 está disponível gratuitamente para uso educacional

“Com o Office 365, você pode fazer o seu trabalho com segurança e se comunicar em tempo real em praticamente qualquer lugar.* A combinação do Office com o Office 365** fornece todo o potencial do Office 365 como a melhor solução para produtividade, colaboração e equipe de TI sem preocupação.” (Microsoft)

No mês passado a Microsoft anunciou que o Office 365 para educação está disponível gratuitamente para escolas, substituindo o Live@edu. O pacote inclui as versões online das soluções Microsoft Office, Microsoft Exchange, Microsoft SharePoint e Microsoft Lync, permitindo acesso a e-mails, calendário, conferências, além de edição e compartilhamento via web de documentos em Word, Excel e PowerPoint. “Escolas enfrentam orçamentos apertados e pressão para inovar e nós oferecemos tecnologia gratuita para que elas possam modernizar práticas de ensino e preparar alunos para o atual mercado de emprego”, afirma Eduardo Campos, gerente-geral de Office da Microsoft Brasil.

Para conhecer melhor o Office 365 clique aqui