Vooozer: a sua voz na internet

Como o título da postagem já diz, o Vooozer é a sua voz na internet. Ok, dá para explicar melhor? Vamos lá! O Vooozer é uma plataforma voltada para blogs, onde você pode transformar suas postagens escritas em áudio.

Como funciona?

1. BLOGS E SITES: se cadastram no Vooozer e passam a ter acesso à nossa plataforma de áudio, gravador online e player de forma gratuita.

2. A NARRAÇÃO: é feita seja pelo próprio autor, alguém de sua equipe ou um narrador do nosso marketplace integrado.

3. O PLAYER: com a narração é publicado junto ao texto, através de uma linha de Código de Incorporação, o bom e velho embed.

4. SEU PÚBLICO: passa a poder ouvir seu conteúdo diretamente pelo seu site e você acompanha indicadores de consumo pela plataforma.

Nem testei ainda, mas adorei a ideia do Vooozer. Acho importante dar alternativas para que as pessoas possam adiquirir informação. Aí você deve estar pensando: não tenho blog, quero algo que me ajude em sala de aula.

Olha então que ótima oportunidade para você montar um blog e começar a oferecer os conteúdos narrados para seus alunos? Ou então, pedir para que um aluno por semana por exemplo, faça a narração de um dos conteúdos? E melhor ainda, vai poder proporcionar informação para pessoas com deficiência visual. Gente, as possibilidades são as mais variadas. Vamos usar a imaginação!

Aí, você tem mais um pensamento do tipo: não quero ter trabalho de criar um blog e ainda ter que narrar todo o conteúdo ou pedir para alguém fazer isso. Tudo bem. Então, dê uma olhada na página Vooozer Play, que traz um índice com os melhores artigos da internet com versão em áudio disponibilizados pela plataforma do Vooozer.

Coloque as mãos na massa e depois comente como foi sua experiência.

Anúncios

Evento online e gratuito sobre acesso a leitura

Nos nossos dias, vemos o aperfeiçoamento dos ideais dos contemporâneos de Platão sendo concretizados por meio da digitalização dos acervos das grandes bibliotecas mundiais, a produção bibliográfica sendo comercializada ao mesmo tempo em papel e eletronicamente, somada ao desenvolvimento de plataformas de armazenamento nas nuvens e os potentes motores de busca. As pessoas com deficiência visual, entretanto, se deparam com diversas barreiras de acessibilidade no que tange à essa inesgotável fonte de informação, qual seja, o livro.

Desde a mais tenra idade, a criança cega já entra em contato com as limitações decorrentes da falta de acessibilidade em materiais didáticos e de lazer. A produção de uma obra no sistema Braille, a título de exemplo, é cara e laboriosa. As tecnologias digitais tem facilitado o acesso à leitura pelas pessoas com deficiência visual, todavia ainda existem muitos embaraços a serem debelados e, nesse contexto, as discussões são pertinentes e engrandecem a construção da acessibilidade na leitura. Nessa perspectiva, a Tecnoblind realizará, no dia 26/08/2017, às 14h30, o I Seminário on-line sobre Acesso à Leitura.
A interação ocorrerá por meio do Teamtalk e o evento contará com importantes nomes do cenário nacional concernente ao assunto em tela. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. Confira a programação e faça a sua inscrição clicando aqui.

Fonte: Site do evento.

Que tal emprestar sua visão para pessoas cegas?

Infelizmente, algumas vezes encontramos dificuldades para encontrar pessoas dispostas a nos dar informação de como chegar a um local específico. Imagina para uma pessoa com deficiência visual? Pensando nisso, Hans Jorgen Wiberg criou o aplicativo Be My Eyes, que busca conectar pessoas cegas com voluntários dispostos a ajudá-las de forma remota.

O aplicativo atua como um banco de dados que indica ao voluntário, por vídeo, a localização da pessoa que precisa de ajuda e a sua demanda. O usuário com deficiência visual posiciona o celular perto dos olhos e transmite, em tempo real, o trajeto que está percorrendo. Assim, quem está “oferecendo” seus olhos narra à pessoa com limitações de visão o que está vendo adiante. Quando o usuário faz o download, o aplicativo questiona se é cego ou se enxerga, em vez de perguntar se está precisando ou oferecendo ajuda. Os voluntários são localizados conforme os dados de disponibilidade que informam no momento do cadastro.

Até o momento, mais de 8300 pessoas já se inscreveram para ajudar e há 798 pessoas com deficiência visual registrados. Neste momento, há 1500 pessoas ajudando outras por meio do aplicativo.