Você sabe como o Coronavirus pode chegar até você? Essa animação te explica

Maya Adam, professora e diretora do Departamento de Educação em Saúde, do Centro de Inovação em Saúde Global de Stanford, nos Estados Unidos, criou essa animação para mostrar para as pessoas como o novo Coronavirus pode ser transmitido.

Eu sei que você já deve ter visto inúmeras matérias falando sobre isso. Mas essa animação é bem interessante também para ilustrar para as crianças. Tenho certeza que alguns adultos também vão precisar dela para definitivamente entender o que está acontecendo…

Matéria Rima

Participei hoje do 4º Simpósio – Crianças e Adolescentes na Internet, evento organizado pelo Nic.br e Cgi.br.

– Mas Cris, já é a terceira vez que você vai nesse evento? Foi ouvir tudo de novo até decorar.

Sim, participei das edições de 2017, 2018 e 2019. E garanto pra vocês que a desse ano foi a melhor de todas. Os eventos podem até tratar do mesmo assunto, mas nunca da mesma forma. Sempre aprendo coisas novas. Nesse ano, a abertura foi feita por Thiago Tavares, que retomou o caso da Baleia. Achei importante essa retomada para que possamos estar bem preparados quando casos parecidos com esse acontecerem.

Em seguida, foi anunciada a apresentação do grupo Matéria Rima. Gente, vocês não tem noção do que foi essa apresentação! Eu me emocionei de verdade. É muito sensacional o trabalho que eles fazem.

O Matéria Rima nasceu em 2002 como um grupo de Hip Hop e, desde então, tem desenvolvido um trabalho socioeducativo inovador em escolas da rede pública, além de realizar palestras e apresentações artísticas em praças e palcos de todo o Brasil e em alguns lugares fora do país, como África, Alemanha e França. Em 2014 institucionalizou-se e passou a denominar-se Instituto Cultural e Educacional Matéria Rima.

A apresentação de hoje contou com músicas:

  • A Rede
  • Cyberbullying
  • Ela se foi
  • Click funk
  • 3 porquinhos (1 ideal), adaptado para era digital

Enquanto eu assistia a apresentação, fiquei pensando os alunos das escolas parceiras devem amar participar de um projeto como esse. Eu se fosse você, conhecia melhor sobre o projeto e pensaria em uma parceria. Quem sabe não é esse projeto que está faltando na sua escola.

Além do site, você encontra material sobre esse grupo no Instagram, Facebook, Youtube, Spotify e Deezer.

Miguel Thompson, do Fundação Santinila, disse em sua fala que o professor precisa sair, ir ao cinema, conhecer o mundo. Precisamos buscar inspiração fora da nossa bolha, precisamos enxergar a nossa volta.
Conhecer o Matéria Rima já é um bom começo.

Miradas – Observação do brincar livre

Eu estava aqui pensando em algo como uma indicação para o final de semana (se você não está lendo na sexta feira, já deixa essa dica anotada para o próximo). Foi aí que me lembre de um e-mail falando sobre o documentário Miradas.

O que o brincar livre e espontâneo das crianças nos revela? Como observá-lo de forma viva? 

Motivado por essas perguntas, o Território do Brincar convidou oito pesquisadores – Beatriz Olival, Elisa Hornett, Gabriel Limaverde, Lia Mattos, Reinaldo Nascimento, Renata Meirelles, Sandra Eckschmidt e Soraia Chung Saura – que durante um ano realizaram um trabalho de observação do brincar livre de crianças em diferentes contextos. Parte do resultado desse processo é o filme Miradas.

O documentário registra como foi o processo de cada pesquisador ao adentrar nos gestos, narrativas e paisagens do brincar por meio da fenomenologia de Goethe. (Fonte: e-mail de divulgação)

Eu acabei de assistir esse documentário e fiquei fascinada, principalmente em relação a reação dos adultos após essa experiência. Infelizmente, muitos adultos ainda não entendem o que é o brincar para a criança e como ele funciona.

Além da reação dos adultos, o que mais me chamou a atenção foi ver crianças com deficiência visual brincando. Sim, era um preconceito que eu tinha. Acho que eu nunca parei pra pensar na brincadeira da criança com algum tipo de deficiência. Graças a esse documentário, eu mudei minha visão em relação a isso.

Você encontra o documentário Miradas na plataforma Videocamp em três versões: