Quais os aplicativos para celular que seus alunos mais gostam?

Estava eu acompanhando minha adorada timeline do Twitter quando me deparo com uma publicação do perfil @educacaolivrepp: Top 5 aplicativos favoritos, era esse o nome do vídeo no Youtube. Achei o título interessante já que adoro novos aplicativos, principalmente quando seu para meu querido Smartphone. comecei então a assistir o vídeo, foi aí que minha cabela começou a funcionar. No vídeo, uma garota (não sei precisar a idade) mostra quais são os aplicativos favoritos que ela tem utilizado em seu celular. Pensei então: porque, em um belo dia, um professor não pode questionar seus alunos sobre os aplicativos que eles utilizam? Quais suas funcionalidades? Porque escolheram justamente aquele aplicativo e não um similar utilizado pelo colega por exemplo? como eles poderia utilizar esses aplicativos em uma aula ou na confecção de um trabalho? Ao invés de proibir o uso do celular em sala de aula, porque não mostrar para o aluno como aproveitar melhor essa ferramenta que ele utiliza no dia a dia?

Compartilho abaixo o vídeo que me fez ter essa que achei uma ótima ideia. Comentem se vocês concordam ou compartilhem por favor outras ideias que vocês tiveram.

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A educação à distância e aplicativos didáticos vão substituir os professores?

No post Substituindo o Professor (leia aqui) falei sobre uma matéria do co-fundador da Apple, Steve Wozniak, onde ele fala sobre a substituição do professor por um robo. Hoje, me deparo com uma matéria do site Todos pela Educação que fala sobre como anda a educação a distância nos EUA. Eles estão lançando escolas públicas onde estudantes do jardim da infância ao último ano do ensino médio podem ter de uma ou todas as matérias no conforto do lar mas sem a presença do professor para otientá-los. Só o Estado da Virgínia autorizou nos últimos meses a criação de 13 novos cursos online. Na Geórgia, um novo aplicativo permite que os estudantes baixem cursos inteiros em seus iPhones e BlackBerrys.

Tem-se obtido resultados satisfatórios com os alunos que mesclam ensino à distância e presencial. Aqueles que participam do ensino à distância em tempo integral não se saíram tão bem. Os que não são a favor do ensino à distância dizem a educação em uma busca amplamente utilitária: aprenda o conteúdo, clique para seguir em frente, aprenda o conteúdo, clique para seguir em frente. Com isso são deixados a interação, convivência em grupo, discussões, autocontrole e falta de desafios.

“As Escolas ensinam às pessoas as habilidades de cidadania, como se relacionar com outros, como argumentar, ser razoável, deliberar, como tolerar as diferenças”, diz Jonathan Zimmerman, professor de história da Educação da Universidade de Nova York.

Eu particularmente não sou contra o ensino à distância, pelo contrário, sou muito a favor e acredito que essa seja sim uma nova tendência que veio para agregar. A educação à distância possibilita que pessoas que não tenham oportunidades de estudos em suas cidades, falta de tempo e até mesmo pouca condiçao financeira tenham condições de estudar. O que não podemos é considerá-la como uma forma de ensino tanto porque ela não é indicada para todas as faixas etárias. É preciso que se tenha muita disciplina e organização para que se obtenha um ensino de qualidade. Uma cirnaça de 8 anos não apresenta esse perfil, necessitando do acompanhamento de um adulto para otientá-la e direcioná-la. os pais de hoje em dia não tem condições de oferecer esse acompanhamento para os filhos.

Temos que ter em mente a idéia clara que por mais que sejam criadas novas formas de aprendizado nada conseguirá substituir em 100% o professor. O professor pode ter que ser melhorado mas substituído, na minha opnião, acho que isso nunca vai acontecer.