Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

Esse é um assunto delicado, mas precisamos falar dele. Segundo a Organização Mundial da Saúde ( OMS ), a cada 40 segundos, uma pessoa tira a própria vida. No geral, são cerca de 800 mil pessoas que morrem por suicídio a cada ano, número que supera o de mortes por malária, câncer de mama, guerra ou homicídio, diz a agência da ONU em relatório. Esse é um assunto delicado, mas precisamos falar dele. Segundo a Organização Mundial da Saúde ( OMS ), a cada 40 segundos, uma pessoa tira a própria vida.

Trouxe apenas esses dados, mas você pode se aprofundar no assunto lendo a matéria Suicídio é um comportamento multifatorial que pode ser precedido de sinais, dizem especialistas do jornal O Globo.

Se você, profissional de educação tem interessem em trabalhar esse assunto na sua instituição de ensino, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em seu canal no Youtube, oferece alguns vídeos bem curtos, mas muito relevantes sobre o assunto.

O CVV (Centro de Valorização a Vida) também oferece vídeos em seu canal no Youtube que ajudam a identificar sinais em pessoas que precisam de ajuda.

Precisamos estar mais atentos a esse assunto e começar a salvar vidas.

Compartilhe suas histórias com o Inventeca

Se você é leitor assíduo desse blog, com certeza já conhece o Inventeca. Mas, se não conhece não tem problema, sempre é tempo de conhecer coisas novas :)

E se eu volto a falar sobre o mesmo assunto é porque…temos novidade!

Agora no Inventeca os usuários podem enviar as suas gravações para outras pessoas. Através do sistema de compartilhamento do app, as crianças podem mostrar para familiares e amigos as suas criações. Essa utilidade reforça a ideia de usar a tecnologia como uma ferramenta de união, tanto na leitura compartilhada que o aplicativo incentiva, quanto no envio das narrativas até para pessoas distantes.

Inventeca

Achei sensacional a inserção desse recurso, pois podemos conscientizar desde cedo as crianças sobre o compartilhamento de informações, seja nas redes sociais, através de jogos, e-mails e até mesmo na vida real.

Na primeira fase do lançamento, a função compartilhar está disponível exclusivamente para assinantes. Com o feedback desses primeiros usuários espera-se verificar se cada um encontra diversão, praticidade e segurança ao embarcar na brincadeira. Aos poucos, novos usuários também poderão enviar histórias para amigos e parentes.

A camada gratuita do Inventeca tem 3 livros disponíveis e quem assina a versão Premium hoje tem acesso a 23 histórias. Como em um clube de livros, a StoryMax entrega novas histórias a cada dez dias, aumentando a estante dos seus usuários pagantes, que podem deixar até 20 gravações salvas no aplicativo.

Inovação e qualidade

Reconhecida pela inovação e qualidade dos onze apps já publicados – pelos quais já recebeu dois Prêmios Jabuti, dois Reading Digital Fiction UK, três ComKids Interativos (Nacional e Prix Jeunesse Iberoamericano) e um Selo Distinção da Cátedra Unesco de Leitura PUC-Rio – a StoryMax espera criar, com o Inventeca, um ciclo de sustentabilidade no mercado editorial e de educação.

“Nosso objetivo é oferecer lazer e aprendizado de qualidade para as crianças, reunir as famílias em torno de uma atividade que as aproxima da leitura; mostrar que a criança deve ser protagonista e não apenas consumidora de conteúdo. Com isso, na outra ponta, esperamos criar oportunidades para ilustradores, roteiristas e editoras”, explica Samira.

A assinatura mensal do Inventeca no Brasil custa R$ 14,90, já a anual R$ 119,90. Você pode encontrá-lo nas versões para iOS e Android.

Buscador de obras com licença Creative Commons

A Creative Commons é uma organização internacional sem fins lucrativos fundada em 2001 e sediada em Mountain View, na Califórnia. Seu propósito é aumentar a quantidade de obras disponíveis por meio de licenças padronizadas, que permitem sua cópia, difusão e, em alguns casos, até mesmo sua edição. Para tanto, a entidade cria modelos de licenciamento que podem ser facilmente adotados por criadores de conteúdo para seus trabalhos, em licenças conhecidas exatamente como Creative Commons.

Em março de 2019, a empresa lançou uma iniciativa que tem como objetivo facilitar o acesso a essas obras. Trata-se de um buscador chamado CC Search, que passou anos sendo testado em modo beta e agora está oficialmente lançado. O mecanismo organiza mais de 300 milhões de imagens que fazem parte de 19 coleções. De acordo com informações do site Open Culture, dedicado à promoção de conteúdo gratuito, isso inclui obras de instituições como o museu Metropolitan de Nova York, do Cleveland Museum of Art, ambos nos Estados Unidos, fotos disponibilizadas na plataforma Flickr, entre outros. No site, é possível realizar buscas de obras com licença creative commons no geral, e também refinar a busca de acordo com o tipo específico de licença desejado. Por exemplo: licenças CC BY-SA são as que dão o maior grau de liberdade. Elas permitem a outros remixarem, adaptarem e criarem a partir de um trabalho original.

A imagem que ilustra este texto, de Irina Rosca, tem licença BY-ND 4.0 e pode ser reproduzida mesmo comercialmente, mas não editada. Já licenças BY-NC-ND são as mais restritivas. Elas permitem apenas que terceiros façam o download de trabalhos e os compartilhem, atribuindo crédito ao autor. Não é permitido alterar os trabalhos, ou usá-los para fins comerciais.

Fonte: Jornal Nexo