Compartilhando um documento com solicitação de cópia – Ferramentas Google

Já aconteceu de você compartilhar um documento com outra pessoa e ele ser editado sem sua autorização? Seus problemas acabaram! Assista ao vídeo e veja como compartilhar um documento que solicita a pessoa que está recebendo criar uma cópia do mesmo.

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Startup cria livros que se conectam ao celular e fazem o leitor conversar com os personagens

Tornar os livros mais vivos. Essa foi a ideia dos amigos Rafael EikiDaniela Morais e Rafael Lamarques quando decidiram tirar a Vivros do papel. Fundada em 2018, a startup produz livros físicos com um “toque” de interatividade. Com um celular em mãos, as crianças podem explorar as histórias e até mesmo conversar com os personagens.

Estudantes do curso de ciência da computação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os fundadores buscavam criar obras que instigassem a criatividade dos leitores.

“Nós queríamos estimular a leitura de livros físicos usando a tecnologia, diz Eiki.

A startup foi uma das finalistas da Imagine Cup Americana Latina 2018.

Mas afinal, o que é um “vivro”?


O conceito foi formulado pelos empreendedores e tem como princípio apresentar as histórias de uma forma diferente. Apesar de ser um livro físico, o “vivro”, como o produto foi batizado, contém um QR Code que interage com os smartphones (atualmente, disponível apenas para Android). Para ter acesso a essa função, as crianças precisam baixar o aplicativo da startup.

Dentro das páginas dos vivros é possível interagir com os personagens por meio dos chatbots e também jogar pequenos minigamesrelacionados ao conteúdo das narrativas. “Dependendo da interação da criança, cada história possui um final diferente”, explica o empreendedor.

As histórias


Clara perdeu seu anel e precisa encontrá-lo. Esse é um dos enredos de um dos vivros da startup, chamado “O Anel e as Coisas” , que tem como autores Rafael Eiki e Clarice Dellape. A partir da sua busca pela cidade, a personagem pode conversar com itens da história como chinelos e árvores para obter algumas dicas e encontrar o seu anel. Os objetos também podem ser vistos por meio da realidade aumentada.

“O Buraco” também é um dos livros interativos da empresa. A narrativa une uma lontra e um peixe em busca de descobrir por que a floresta está cheia de buracos. “Lendo essa história, as crianças vão aprendendo alguns conceitos de biologia marinha, por exemplo”, diz o estudante. 

Segundo Eiki, as interações não se restringem ao mundo virtual. Os vivros também têm imagens tridimensionais – ou seja, figuras que saltam das páginas. A obra se torna, assim, uma espécie de brinquedo em que é possível até mesmo fazer dobraduras.

O produto ainda não está sendo comercializado, mas a proposta é que os livros custem de R$ 40 a R$ 60. O público-alvo da startup são leitores de sete a 10 anos.