Internet das Coisas (Iot) USP – curso gratuito

É ótimo quando temos oportunidade de nos aprimorarmos. Melhor ainda quando é de forma gratuita.

Estão abertas as inscrições para Formação Presencial Prática e gratuitas sobre “INTERNET DAS COISAS – IoT”, para professores da rede pública de ensino e Educadores de ONGs. Corre porque as vagas são limitadas e bem concorridas.

A formação…

…tem duração de um dia e serão ministradas nas seguintes datas:

  • 13/abril (sábado) das 09h00 às 17h30
  • 27/abril (sábado) das 09h00 às 17h30
  • 04/maio (sábado) das 09h00 às 17h30
  • 25/maio (sábado) das 09h00 às 17h30

Escolha uma das datas acima e faça sua inscrição através do link:  codeiot.org.br/codeday A formação “Um Dia de Code Iot (Code Day)” será realizada no Espaço OCEAN, na Engenharia de Produção, POLI – USP, no campus Butantã em São Paulo.

Eu já participei desse curso o ano passado e foi super legal. O conteúdo é muito bom, a aula melhor ainda, e o mais legal é a interação que você tem com outros professores. Super recomendo.

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Conheça o acervo do Museu das Telecomunicações jogando

Que tal conhecer o acervo do Museu das Telecomunicações através de um jogo de realidade aumentada? Esse é o objetivo do Telebô, novo game do Museu, que oferece aos visitantes uma experiência mais divertida e desafiadora e transforma a relação entre público e as peças históricas. Telebô é um jogo de realidade aumentada para dispositivos móveis e pode ser acessado de qualquer lugar no Brasil, possibilitando que os jogadores tenham acesso ao acervo do Museu das Telecomunicações e conheçam seu patrimônio histórico, mesmo que estejam longe fisicamente do Museu, localizado no Rio de Janeiro.

O game convida adolescentes, jovens e suas famílias a descobrirem o acervo do Museu das Telecomunicações. Durante a visita presencial ao Centro Cultural Oi Futuro, é possível que o jogador tenha interações e surpresas exclusivas, mas o game pode também ser jogado por públicos de qualquer lugar do Brasil, tornando nacionalmente acessível uma experiência com o acervo e permitindo reflexões sobre o papel das telecomunicações num mundo em transformação digital.

Telebô permite ao jogador colecionar partes dos itens do acervo do Museu. Ele pode colocá-las em novos contextos com a montagem de pequenos e divertidos robôs, os Telebôs, que ganham vida com a realidade aumentada.

Os telebôs podem ser pilotados nos espaços reais, em missões 3D de caça-e-captura da vilã do game. A montagem dos robôs com partes do acervo do Museu permite que o jogador conheça tecnologias de diferentes épocas, abordando a história das  telecomunicações de forma leve, divertida e criativa.

O jogador construirá sua própria coleção de Telebôs e cada um deles terá características próprias. A cada missão o jogador pode encontrar novas partes para adicionar mais poderes aos seus robôs. A combinação de partes possibilita que os Telebôs ganhem peso, velocidade e dirigibilidade, que influenciam no movimento e pilotagem dos robôs. A missão dessas criaturinhas é impedir que a Pirata Ivy, vilã das telecomunicações, consiga arruinar as conexões entre pessoas.

O jogo está disponível nas plataformas Android  e iOS.

Fonte: Oi Futuro

Startup cria livros que se conectam ao celular e fazem o leitor conversar com os personagens

Tornar os livros mais vivos. Essa foi a ideia dos amigos Rafael EikiDaniela Morais e Rafael Lamarques quando decidiram tirar a Vivros do papel. Fundada em 2018, a startup produz livros físicos com um “toque” de interatividade. Com um celular em mãos, as crianças podem explorar as histórias e até mesmo conversar com os personagens.

Estudantes do curso de ciência da computação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os fundadores buscavam criar obras que instigassem a criatividade dos leitores.

“Nós queríamos estimular a leitura de livros físicos usando a tecnologia, diz Eiki.

A startup foi uma das finalistas da Imagine Cup Americana Latina 2018.

Mas afinal, o que é um “vivro”?


O conceito foi formulado pelos empreendedores e tem como princípio apresentar as histórias de uma forma diferente. Apesar de ser um livro físico, o “vivro”, como o produto foi batizado, contém um QR Code que interage com os smartphones (atualmente, disponível apenas para Android). Para ter acesso a essa função, as crianças precisam baixar o aplicativo da startup.

Dentro das páginas dos vivros é possível interagir com os personagens por meio dos chatbots e também jogar pequenos minigamesrelacionados ao conteúdo das narrativas. “Dependendo da interação da criança, cada história possui um final diferente”, explica o empreendedor.

As histórias


Clara perdeu seu anel e precisa encontrá-lo. Esse é um dos enredos de um dos vivros da startup, chamado “O Anel e as Coisas” , que tem como autores Rafael Eiki e Clarice Dellape. A partir da sua busca pela cidade, a personagem pode conversar com itens da história como chinelos e árvores para obter algumas dicas e encontrar o seu anel. Os objetos também podem ser vistos por meio da realidade aumentada.

“O Buraco” também é um dos livros interativos da empresa. A narrativa une uma lontra e um peixe em busca de descobrir por que a floresta está cheia de buracos. “Lendo essa história, as crianças vão aprendendo alguns conceitos de biologia marinha, por exemplo”, diz o estudante. 

Segundo Eiki, as interações não se restringem ao mundo virtual. Os vivros também têm imagens tridimensionais – ou seja, figuras que saltam das páginas. A obra se torna, assim, uma espécie de brinquedo em que é possível até mesmo fazer dobraduras.

O produto ainda não está sendo comercializado, mas a proposta é que os livros custem de R$ 40 a R$ 60. O público-alvo da startup são leitores de sete a 10 anos.

PoemApp

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