Um robô por aluno

James McLurkin, da Universidade Rice, nos Estados Unidos, defende “…um currículo onde cada estudante tenha seu próprio robô e possa estudar lições individuais e também trabalhar em equipe, usando seus robôs coletivamente em sistemas multi-robóticos.” Apaixonado por insetos e robôs, ele desenvolveu o R-One para atuar tanto como “indivíduo” quanto como um membro de uma “sociedade cooperativa de robôs”. Seu primeiro protótipo custava caro de mais para que fosse implementado em massa nas escolas. Atualmente o custo abaixou para US$200,00 fazendo com que McLurkin acredite ser um preço razoável para que as escolas possam adiquirí-lo para seus alunos.

Tom Lauwers e seus colegas da Universidade Carnegie Mellon estão mais adiantados em termos de mercado. Seu pequeno robô Finch (passarinho) já está à venda, por US$99,00 cada um. O Finch não apresenta as capacidade cooperativas do R-One mas tem mais do que o suficiente para ser atrativo para os alunos. “Nossa visão é tornar o Finch acessível o suficiente para que cada aluno possa ter um para fazer suas lições de casa,” afirma o pesquisador Lauwers. Mas o foco de Lauwers não é a robótica e sim a programação. A idéia é que os alunos não tenham que se preocupar com a montagem do robô, tornando as aulas de programação mais interessante e dinâmica. “Se o Finch puder ajudar a motivar os alunos para prestar atenção à ciência da computação, acreditamos que muitos mais jovens vão perceber que este é um campo muito divertido de se explorar,” conclui o pesquisador.

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