Qual o limite de uma selfie?

velórioNesse final de semana ao navegar pela internet, me deparei com um ensaio fotográfico feito pelo artista israelense Shahak Shapira. Esse artista reuniu fotos tiradas por turistas no Memorial do Holocausto em Berlim. O projeto de Yolocaust, uma mistura do acrônimo YOLO — de “you only live once” ou “você apenas vive uma vez”, mostra como as pessoas perderam o respeito pelo outro e que só se importam com uma bela pose.

Ao ver essas fotos, me lembrei de um fato muito parecido que aconteceu em 2014 no vel´ório do então candidato a presidência Eduardo Campos. Uma senhora para com um sorriso enorme em frente ao caixão e tirou uma linda selfie para mostrar através de suas redes sociais que ela estava presente no velório de uma pessoa famosa.

E o que está acontecendo naquele momento em que a selfie está sendo tirada? E o que aconteceu no passado naquele local? E o respeito? Será falta de conhecimento da nossa história e da história do outro? O que a escola tem feito sobre isso? O que as famílias tem feito sobre isso?

Enfim. Olhas essas fotos me fez refletir sobre muitas coisas. Sou apaixonada por redes sociais, adoro postar fotos de lugares onde vou, mas a partir de hoje vou pensar melhor sobre as fotos que tiro.

I Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação

Quais são os desafios de educar com qualidade no século 21 e quais estratégias podem ajudar nessa missão? Para discutir o tema, profissionais da área educacional estarão presentes no 1º Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação, que acontece no dia 8 de abril de 2017, em Campinas. O assunto a ser discutido? Desafios de educar com qualidade no século 21 e quais estratégias podem ajudar nessa missão. Realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE), o Congresso conta com apoio do Porvir.

As 10 horas de programação serão divididas em palestras, debates, atividades e painéis. Um deles será comandado pelo Porvir, que irá apresentar os resultados da pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção, iniciativa que ouviu o que mais de 132 mil jovens acham e esperam da escola.

A primeira palestra do dia fica a cargo do especialista em futuro, tendências e inovação, Luis Rasquilha. Já o segundo horário terá como tema “Imigrantes digitais educando nativos digitais”, comandado pela mestre em educação, Carolina Defilippi.

O professor de neurociência aplicada à educação, Alexandre Rezende, comanda a terceira palestra. Em seguida, o autor do livro “Métodos de ensino para nativos digitais”, Marcelo Veras, fala sobre as competências do professor do futuro.

Além desses debates, os participantes poderão fazer atividades em dois espaços. No espaço 1, chamado “Corpo e Mente”, serão abordados temas como: neurociência, psicopedagogia, psicomotricidade, esporte e treinamento. As práticas irão trabalhar habilidades como autocontrole e memória de trabalho.

No espaço 2, de Gestão e Inovação, serão apresentados indicadores de impacto na gestão de escolas e algumas experiências e metodologias inovadoras de sala de aula. No terceiro e último espaço, com o tema “ensino de matemática, alfabetização, arte e educação e educação inclusiva”, serão apresentadas experiências sobre o ensino da matemática no contexto inclusivo e práticas de escrita e arte.

Estudantes de graduação e pós-graduação, educadores, gestores, e os demais interessados podem realizar a inscrição nesse link.

Porvir lança simulador para montar laboratório Maker

Na semana passada, você ouviu o podcast Como montar um laboratório maker na escola (se não ouviu, esta é mais uma oportunidade), onde a Heloísa Neves, fundadora da consultoria We Fab e professora do Insper, explica essa nova tendência e sua importância para uma forma de ensinar mais atual. Mas e aí, o que eu preciso para montar um laboratório maker na minha escola? Fique tranquilo pois o Porvir pensando em você criou um simulador, trazendo itens e valores previstos para atender uma turma de 30 alunos durante seis meses, tempo médio necessário para desenvolver um projeto e envolver diferentes professores.

Para elaboração desse material, o Porvir contou com a ajuda da Heloisa Neves e da Juliana Ragusa que colaborou com a questão pedagógica do projeto. Os exemplos de aula para cada nível de infraestrutura apresentado no simulador foram pensados segundo um único eixo, que conversa com as quatro áreas do conhecimento cobradas pelo Enem: linguagens, ciências humanas, matemática e ciências da natureza.

Conheça o simulador clicando aqui. Mãos na massa por uma educação melhor 🙂